I.

“A luz de Cristo gloriosamente ressuscitado nos dissipe as trevas do coração e do espírito”

– O círio pascal pode ser colocado, na Vigília Pascal, no meio do presbitério ou junto ao ambão (n° 16 TP MR)

“Alegre-se a Igreja, nossa mãe, adornada com os fulgores de tão grande luz… que este círio… arda incessantmente para dissipar as trevas da noite… Que ele brilhe ainda quando se levantar o astro da manhã…” (Precónio Pascal)

>>>  Durante o Tempo Pascal é este círio, solemente acesso na Vigília Pascal que centra a atenção da comunidade. Ele lembra, de um modo especial durante o tempo pascal, que Jesus Cristo ressuscitou e agora vive para sempre como a verdadeira luz que brilha nos nossos corações.

Pode estar junto ao ambão ou passar depois para junto do altar (mesa da celebração) resplandecendo com a luz da ressurreição.

Como a vida dos homens não se fixa num momento, também este círio, na sua ornamentação, deve acompanhar o movimento da criação, ele exige a permanência da oferta da natureza para o louvor do Senhor. Basta lembrar o célebre poema de S. Francisco de Assis para perceber como o Senhor pode ser louvado incessantemente com a mais singela flor ou ramagem.

      “Com a tua mão reconhece o lugar dos cravos.” (cf. Jo 20,27)

“Jesus apareceu aos discípulos e disse-lhes: a paz esteja convosco.” ( Jo 20,19)

“Recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas até aos confins da terra.” (Actos 1,8)

“É melhor para vós que Eu vá deste mundo para o Pai. Se Eu não for para o Pai, diz o Senhor, não virá sobre vós o Espírito Santo.” (cf. Jo 16,7)

“Aclamai a Deus, terra inteira, cantai a glória do seu nome, celebrai os seus louvores.” (Sl 61,1-2)